Estado destina R$ 109 milhões para ações sociais voltadas aos mais vulneráveis


O Governo do Estado lançou nesta terça-feira (20) um novo pacote social. São seis ações com aporte de 109 milhões de reais voltados a amenizar o impacto da pandemia.


A maior parte dos recursos está destinada a programas e projetos de contraturno escolar para crianças e adolescentes em situação de risco, desenvolvidos pela sociedade civil organizada. Serão empregados 62 milhões do Fundo para Infância e Adolescência (FIA), a maior destinação em 30 anos.


O FIA também vai financiar a distribuição de cestas básicas para famílias de 12 mil crianças e adolescentes portadores de deficiência matriculados em instituições de ensino especializadas. A estimativa é beneficiar cerca de 300 associações com aporte de 3,48 milhões de reais.


O Governo Estadual vai manter o auxílio emergencial extra que tem valor médio de 45 reais, pago juntamente com o Bolsa Família, para 24 mil e 500 famílias em situação de extrema pobreza. Até dezembro serão disponibilizados mais 10 milhões de reais do Tesouro do Estado para este benefício.


Mais 27 milhões de reais serão usados para compra de alimentos da agricultura familiar, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento. A expectativa é entregar 4,9 mil toneladas para 1207 entidades que atendem pessoas em situação de risco, beneficiando 250 mil pessoas.


A Secretaria da Justiça, Família e Trabalho vai repassar 1 milhão e meio de reais para aquisição de Equipamentos de Proteção Individual e outros insumos para 160 Instituições de Longa Permanência sem fins lucrativos de 125 municípios do Paraná. Os recursos são do Fundo Estadual de Direitos do Idoso.


E por último, uma parceria com o Sebrae vai oferecer 5.500 vagas para cursos de empreendedorismo. O auxílio será de 300 reais mensais por trabalhador durante o período de capacitação, que é de 3 meses. No total, serão 5 milhões de reais em recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento. Este suporte é voltado para os 156 municípios do Estado com baixo Indicador de Desenvolvimento Humano (IDH).


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