• Redação da Rádio Nova Era

Caso das rachadinhas


A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República prestem informações, em 24 horas, sobre supostos relatórios produzidos para orientar a defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) no caso das rachadinhas.


Segundo Cármen Lúcia, a suposta produção dos documentos é "grave", e o Tribunal tem entendimentos consolidados que proíbem o uso de órgãos públicos para fins pessoais. Em nota conjunta, os órgãos disseram que vão "aguardar a notificação e responder dentro do prazo estipulado pela ministra.


Entenda: de acordo com reportagem publicada pela revista "Época" na última sexta (11), a Abin produziu ao menos dois relatórios de orientação para Flávio Bolsonaro e seus advogados sobre o que deveria ser feito para obter os documentos que permitissem embasar um pedido de anulação do caso.

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